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Vale a pena insistir em carregar um currículo que já não representa você? O medo de começar do zero.

  • 27 de jun.
  • 2 min de leitura

Para seguir nessa leitura comigo, quero que você faça um exercício: antes de abrir a sua agenda, responder a e-mails e começar a próxima reunião, pense no espaço em que você está. Como você se sente dentro dele? Leve, ou parece mais uma roupa que você amava, mas ficou apertada porque o seu corpo mudou?


Pensou? Então vamos seguir.


Você olha para a sua trajetória profissional e enxerga uma história sólida, com acúmulo de conquistas e belas relações que geraram para você respeito no mercado de trabalho, mas isso já não parece mais suficiente para você, porque seus interesses mudaram e, de alguma forma, você precisa explorar novas possibilidades. Mas eu sei, você tem medo. Carrega um peso de iniciar uma nova jornada por pensar que pode desperdiçar tudo o que construiu, porém estou aqui para dizer a você que a realidade é outra.


Quando passamos a operar sem clareza de intenção, sem foco estratégico e sem espaço para as nossas subjetividades, nós não apenas desgastamos nossa saúde mental; nós paralisamos. E os sentimentos são sintomáticos, vêm em forma de cansaço, infelicidade e perda de prazer ao fazer o que sempre fez.


O CONFLITO VEM COM A MATURIDADE. ALÔ, GERAÇÃO X.


Para a psicologia do desenvolvimento, esse período, entre os 46 anos até os 61 anos, marca a transição da expansão externa para a interiorização. Pensadores como Carl Jung identificaram que a busca por um novo propósito serve como motor vital; contudo, há um conflito quando surge esse desejo de mudança em meio à segurança conquistada, o que, para muitos, parece até mesmo uma traição com o seu "eu" do passado.


Mas, então, como recomeçar?


É preciso pensar de forma estratégica e ver que a lógica do mercado abraça a transferência de habilidades, ou seja, você não precisa abandonar tudo o que desenvolveu. O profissional que reorganiza seu repertório acumulado consegue acelerar seu reposicionamento em novas áreas sem perdas salariais drásticas, porque ele não chega como um iniciante, mas como um especialista em transição.


E como os resultados refletem? Adubam o novo espaço através da leitura de um contexto histórico como bagagem, isto é: a maturidade, as conexões feitas ao longo do percurso profissional e a inteligência emocional.


É totalmente possível criar novos caminhos profissionais, saudáveis, justos e alinhados ao seu momento atual de vida através de processos claros, previsíveis e bem direcionados.


O que você precisa fazer é largar o fardo de expectativas antigas e alheias e alinhar o que fortalece a sua identidade. Aquele sentimento de potência, "eu sou mais eu", vai gerar para você uma estrutura de carreira sustentável, consciente e com direção.


Às vezes precisamos aceitar que uma roupa já não fica bem na gente.


Vamos nessa juntos? Clique aqui neste link para conhecer o meu processo de Orientação Profissional e Planejamento de Carreira. Dê o primeiro passo para a mudança com a clareza, a sensibilidade e a segurança que a sua trajetória merece.


Abraços da sua consultora,

Nicole Gabriel


 
 
 

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