Sua empresa tem um plano ou apenas segue o checklist da diversidade? Como saber se o seu negócio caiu ou não no tokenismo
- 16 de jul.
- 2 min de leitura
Parece até ironia, mas existe um roteiro padrão em diversas empresas e provavelmente você já esteve presente em um deles: uma foto bonita no LinkedIn comemorando a chegada de novos talentos diversos, hashtags de inclusão e celebração no canal da empresa. A intenção parece excelente, mas o que acontece depois que o “check” foi dado na lista de “obrigações”?
Continue nesta leitura mais que obrigatória.
Quando uma empresa não carrega consigo uma política de inclusão muito bem planejada, o que acontece depois de cumprir a “agenda da diversidade” é o silenciamento, o esgotamento emocional e, por fim, o pedido de demissão. Esse fenômeno tem nome, sobrenome e um custo altíssimo para os negócios: Tokenismo.
O tokenismo é a prática de fazer apenas um esforço simbólico de inclusão — como contratar pessoas de grupos sub-representados apenas para "bater a meta" ou melhorar a imagem pública da marca —, sem de fato alterar a cultura interna para que essas pessoas possam pertencer, criar e liderar.
O que acontece na prática? Contrata por diversidade, mas isola por cultura.
Uma pausa para respirar e refletir: como você acha que a sua empresa se porta diante dessa questão?
Pensou? Bom, agora o meu papo é com você que lidera os processos de RH. Guarde este diagnóstico: trazer a diversidade para dentro sem adaptar a estrutura adoece o colaborador e gera prejuízo até mesmo financeiro. E não sou eu que estou dizendo, pesquisas evidenciam.
Um relatório global da McKinsey & Company revelou que, embora muitas empresas tenham avançado em diversidade na contratação, o sentimento de inclusão e pertencimento das equipes continua extremamente baixo, o que sabota qualquer iniciativa de inovação. O resultado disso? Pouca visão de futuro dentro da empresa e, consequentemente, um custo alto de turnover. O que nos mostra isso é um estudo da Society for Human Resource Management (SHRM), evidenciando que substituir um colaborador custa, em média, de 6 a 9 meses do seu salário anual.
Se você quer que a diversidade deixe de ser apenas um selo sazonal e passe a ser uma engrenagem de inovação, saúde e resultado financeiro, a estrutura precisa mudar. Vamos analisar a maturidade da cultura do seu negócio e desenhar caminhos seguros de transformação?
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Um abraço da sua consultora,
Nicole Gabriel



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