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Sua empresa é a sazonal do “pinkmoney” ou realmente entende a importância de uma estrutura diversa?

  • 11 de jun.
  • 2 min de leitura

Sim, chegamos nele, o mês de junho: o mês da diversidade. Junho é o mês escolhido pelo marco da revolta de Stonewall, em 1969, nos Estados Unidos, episódio que deu voz e espaço para que o movimento LGBTQIAPN+ finalmente pudesse caminhar com avanços sociais. Celebrado até hoje no dia 28 de junho, o mercado se apropria dessa data para promover campanhas, sejam elas de venda de produtos, serviços, ou somente para falar sobre abraçarmos e valorizarmos a diversidade.


Calma, isso não é uma crítica, mas é preciso que entendamos juntos um ponto: se esse movimento é feito somente uma vez ao ano, qual o impacto real, interno e externo, para as identidades com as quais se propõe o diálogo?


A resposta é cirúrgica: intenção sem estrutura gera frustração.


Você que gerencia uma empresa, guarde essa palavra com você: ESTRUTURA. E por quê, Nicole?


Quando uma empresa decide pautar a diversidade apenas na camada superficial da comunicação interna e externa, sem mexer nos alicerces, ela cria uma quebra de expectativa perigosa. O público interno — os seus colaboradores — percebe o abismo entre o discurso e a prática.


E os dados não mentem:


Em pesquisa feita pelo LinkedIn, evidencia-se em 81% dos participantes que ainda faltam políticas internas de acolhimento para que as empresas melhorem os relacionamentos com identidades diversas; além disso, 35% do público respondeu que já sofreu algum ataque lgbtfóbico e 12% afirmaram que o preconceito partiu, de forma direta ou velada, de líderes ou gestores diretos.


Sabe o que acontece na prática, mesmo com tantas campanhas bonitas espalhadas por aí? O desgaste da saúde mental das equipes e a sensação generalizada de que a pauta é forçada.


Ok. E como reorganizar a estrutura da sua equipe?


Pense nesses 3 pontos e nesta ordem: Diagnóstico, segurança e processos previsíveis.


O diagnóstico serve para você observar onde estão as pessoas diversas da sua equipe: nos gargalos ou também nas tomadas de decisões?


Assim que você tiver um diagnóstico, promova a segurança psicológica e a integridade dos seus colaboradores, criando canais de acesso e espaços onde as subjetividades e vivências sejam acolhidas com respeito.


Por fim, desenhe processos previsíveis e anuncie-os, traçando planos de carreira e evolução profissional que sejam justos, transparentes e bem direcionados.


Frases de efeito não geram mudanças reais, mas, se você enxerga a possibilidade de transformar o discurso em uma estrutura viva, a sua empresa está no caminho certo.


Vamos conversar sobre como realizar essa transição no seu negócio? [Clique aqui neste link] para conhecer o meu trabalho de consultoria. Vamos construir, juntos, um ambiente seguro e potente para a sua marca e para as pessoas que trabalham nela.


Um abraço da sua consultora,


Nicole Gabriel


 
 
 

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